doe sangue novembro


Mulher que recusou beijo de um traficante esta morta, diz polícia

Conteúdo exclusivo para assinantes das notificações.


Clique em ACEITAR e depois em PERMITIR que a noticia será liberada automaticamente.
Você também pode aguardar segundos ou clicar aqui para leberar a noticia.

Ela recusou beijo de um traficante em um bar na noite de 14 de agosto e então foi levada a um cativeiro, onde foi mantida em cárcere privado.

Como foi o assédio?

O caso ocorreu na noite de 14 de agosto, em um bar no Itaim Paulista, na zona leste da cidade, em frente a um baile funk nas proximidades da favela Córrego do Tijuco Preto. Após recusar beijar um traficante, a vítima Karina Bezerra foi levada a um cativeiro pelos traficantes, onde foi mantida em cárcere privado.

O resgate

Em seu depoimento ela contou que após resistir às investidas do traficante, que tentou agarrá-la à força, ela disse ter sido sequestrada e mantida em cárcere privado entre a madrugada e a manhã do dia seguinte. Em seu relato, revelou só ter escapado da morte porque policiais militares chegaram ao local. Na ocasião, seis pessoas foram presas em flagrante por sequestro e associação criminosa.

Desaparecimento

Após depor, Karina se manteve isolada na casa dos próprios pais. Só saiu de lá para encontrar com um amigo e possivelmente ir a Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

Foi a última vez em que foi vista pela família. Há três semanas, o pai dela registrou um novo boletim de ocorrência na delegacia para informar o desaparecimento dela.

Recusou beijo e foi Condenada a Morte

O seu paradeiro foi descoberto há três semanas por membros do PCC e segundo a Polícia Civil, Karina, que trabalhava como cuidadora de idosos, foi assassinada na favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo.

O corpo ainda não foi encontrado.

Suspeitas de envolvimento no crime, três pessoas foram presas em flagrante na última quarta-feira (14) pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), indiciadas por tráfico, associação para o tráfico e porte ilegal de arma.

Entre os presos, estava Brendon Soares, 27, apontado pelos investigadores como suspeito de ser o responsável pelo “tribunal do crime” do PCC na favela. Segundo a Polícia Civil, ele admitiu envolvimento no assassinato de Karina, mas não deu informações sobre o paradeiro do corpo.

Ela recusou beijo de um traficante esta morta, diz polícia
Karina Bezerra

Fonte: conexaorondonia