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Rondônia: Sesau alerta sobre doenças respiratórias ocasionadas pelas queimadas

Com o início do verão amazônico as queimadas se tornam alvo de preocupação para as autoridades de saúde pública devido ao aumento no número de casos de doenças respiratórias que resultam em tratamento nas unidades hospitalares. As crianças são as que mais sofrem nesse período.

De janeiro a julho deste ano, 3.157 crianças deram entrada com problemas respiratórios no Hospital Infantil Cosme e Damião – HICD, em Porto Velho. Com o início do período seco doenças como asma, bronquite, sinusite, rinite e outras podem se desenvolver ainda mais com a existência de queimadas, além dos danos ambientais que prejudicam a vida de todos os seres vivos.

O tempo seco e quente influencia na propagação de queimadas, que surgem na maior parte do país entre os meses de agosto e setembro. Esses fatores aliados à ação dos ventos, podem fazer com que as chamas aumentem e se proliferem, devido ao calor e a fala de chuva nessa época do ano.

A pediatra Raquel Souto faz um alerta para a prevenção dos problemas respiratórios e recomenda “beber muita água, fazer uso de umidificadores de ar, toalhas molhadas e bacias de água, assim como evitar proximidade com os incêndios e fumaça, além de reforçar a proteção das crianças, principalmente as menores de 5 anos, diminuindo os efeitos colaterais danosos à saúde nesse período”, pontuou.

vacina em dia

Prevenção

Pessoas de todas as faixas etárias devem se preocupar com a prevenção das doenças respiratórias. Ainda de acordo com a pediatra, a hidratação é fundamental, sendo indicada a ingestão de dois litros de água por dia, para evitar o ressecamento das vias aéreas e auxiliar na produção do muco protetor. Uma alimentação balanceada, rica em nutrientes e a inclusão de vitamina C também ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

Cuidar do ambiente também é importante, mantendo-o sempre arejado, para permitir a circulação e a renovação do ar. As bactérias costumam ficar concentradas em locais fechados, logo ao proteger o ambiente, evita-se o contágio. Ao perceber qualquer sintoma de falta de ar, deve-se procurar uma unidade básica de saúde mais próxima.

fonte rondoniagora