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Filha que procurava pela mãe que desapareceu há 34 anos encontra família em Rondônia

Um passado que começa a se resolver. Após a reportagem contando a busca
da manicure Dandara de Oliveira Fernandes, 36 anos, pela mãe Sônia Regina de Oliveira, o
mistério que já durava 34 anos, começou a ser desvendado.

A família dela por parte de mãe, que mora em Porto Velho, leu a reportagem e entrou em contato
com Dandara, que vive no Rio de Janeiro. Infelizmente, as notícias não foram totalmente como
ela esperava. Os familiares informaram que Sônia Regina morreu em 1997, na cidade do Rio de
Janeiro.

*Foi muita emoção. Não era a notícia que eu esperava, mas, por outro lado, foi um reencontro.
Conheci minhas tias, um dos meus irmãos e soube mais sobre a minha mãe. Falta falar com
meus outros dois irmãos. Soube que a minha avó está viva”, disse.

Dandara contou que, apesar da perda da mãe, pretende estreitar os laços com a família em
Rondônia. Para isso, ela já começou a fazer alguns planos de se reunir com a os parentes e
apresentar os filhos dela.

“Quero ir até Porto Velho para encontrar com esse outra lado da minha família, da minha
história”, declarou.

A manicure fez um vídeo agradecendo o apoio do Rondoniaovivo e as várias pessoas que se
manifestaram tentando ajudá-la. Nas imagens, ela diz que foi rápida a resposta para essa
procura que ela fazia há anos.

“Há dois dias eu mandei a minha história para o Rondoniaovivo, e eu queria muito encontrar a
minha mãe a minha família e encontrei. Eu quero muito agradecer ao Rondoniaovivo e as
pessoas que me ajudaram. Muito obrigada!”, declarou.

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O CASO

Dandara contou que a mãe dela a deixou com o pai, José Fernandes da Silva(falecido), quando
ela tinha dois anos de idade. Desde então, nunca mais nem ela ou famiíliares tiveram notícias de
Sônia.

Dandara afirmou que há uns dez anos começou a busca para saber o que tinha acontecido com
a mãe. Ela revelou um pouco do que sabe sobre o relacionamento do pai com Sônia, que
conheceu durante uma temporada em Porto Velho.

“Há 36 anos atrás, em 1985, meu pai, que era músico, foi para Porto Velho fazer shows. Em um
desses, ele conheceu minha mãe, Sônia Regina de Oliveira. Quando acabou o contrato ele
retornou para o Rio de Janeiro e ela veio atrás dele junto com uma amiga dela também chamada
Sônia. Depois de alguns meses aqui ela engravidou de mim. No dia 29 de janeiro de 1986, eu
nasci na maternidade de Realengo, também no Rio”, contou.

O CASO

A mãe e o pai moravam na casa dos avós paternos de Dandara, em Padre Miguel, subúrbio do
Rio de Janeiro. Segundo Dandara, a relação do casal era muito conturbada, até que chegou ao
ponto que houve o rompimento entre Sônia e José.

“Eles tiveram muitas brigas, e quando eu tinha 2 anos ela saiu de casa e nunca mais tivemos
notícias dela. Infelizmente, não tenho nem fotos dela. Mas o que me dizem, é que ela era muito
bonita, branca, de olhos claros e cabelos longos pretos. O apelido dela era Branca”, afirmou.
Outra informação repassada por Dandara, é de que a mãe antes de ir para o Rio de Janeiro, tinha
filhos em Rondônia.

“Minha avó me disse que eram cinco ou seis filhos. Eu gostaria de saber mais sobre a minha
mãe e meus irmãos. Estamos nessa procura há muito tempo. Tenho esperanças de reencontrá-
la” finalizou.

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